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Após oferecer a vice ao PPS de Bandeira e ao PTB de Wilson Santiago, Berg Lima dá "rasteira" até em Maranhão

A triste e fatídica novela do PMDB de Bayeux continua gerando novos capítulos. Após a publicação de uma articulação construída para derrubar a candidatura própria do PMDB na cidade, uma reunião de emergência foi convocada por Berg Lima e seus aliados durante a noite para discutir o que fazer.

O fato é que para derrubar a candidatura própria do PMDB em Bayeux, Berg se reuniu com o senador Maranhão e o presidente do PMDB municipal, Coronel Ardnildo, e prometeu dar a vice ao partido que indicou o coronel, figura que não tem voto nem estrutura financeira e poderia acabar com a candidatura de Berg se fosse realmente oficializado vice.

Como já revelamos com exclusividade, para tentar criar outra alternativa, Berg filiou seu principal aliado e financiador Mazinho no PMDB para ser seu vice. Mas a executiva municipal reagiu e disse que não aceita. Confusão armada.

Quem relata toda trama feita às escondidas é o vice-presidente do PMDB de Bayeux, coronel José Morais, que tem utilizado grupos de WhatsApp para desferir declarações fortes e polêmicas para cumprimento do acordo.

Na última segunda-feira, Maranhão foi para Bayeux para dizer que o PMDB seria o vice de Berg. Bastou ele dá às costas e viajar para Brasília que os meninos desmancharam e deram uma pernada na velha raposa.

Nas ruas de Bayeux o que se diz é que Berg Lima desmoralizou o PMDB em praça pública e deu rasteira até no senador Maranhão que tem 60 anos de vida pública.

Maranhão já não é mais o mesmo.


Blog do Dércio




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